quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Até Paris.

Você está do outro
lado do
mundo.
E parece tão perto
de mim,
você me abraça e
não sabe como. E
me beija e
me faz carinho. Com olhares, sorrisos
gestos. E eu penso em você,
sempre.
E eu ouço sua voz, e ouço o mundo
a vida, a felicidade
tudo guardado em você.
O mundo é sua alma
que eu venero e penso
que um dia
ainda terei. E
não sei bem porque, e nunca
vou saber.
E não importa.
Não importa como você
chegou, nunca importou.
Eu só me preocupo conosco.
Eu não tenho escolha
eu penso
eu choro
eu vivo
e penso
e vivo
e choro de amores.
E eu nunca senti
isso. E eu nunca fui assim
pelo menos
tão
ridículo.
E eu sei que amor
não cabe
a nós, não faz jus
ao meu amor, a minha vida. Até
porque, por enquanto
tu não existe
realmente.
E eu não existo
realmente.
Até um dia.
Até Paris, até algum
lugar
nos juntar
por amor, sempre
por amor.
A minha vida.

Um comentário:

vinilliterario disse...

Até Paris, até London (no meu caso).

C'est la vie, mon ami. :)